Blog dos colaboradores do Estaleiro INACE

Empresa privada situada em Fortaleza, Ceará. Fundada em 1969.

27.8.08

Matéria publicada em 27/08/08 no jornal O POVO

O Ceará constrói navios de guerra para a Marinha brasileira. São dois do tipo patrulha e irão reforçar a esquadra nacional a partir de 2009. O Comando da Marinha deverá destiná-los para a vigilância de novas áreas petrolíferas nacionais
FCO FONTENELE Cláudio Ribeiro, Demitri Túlio, Luiz Henrique Campos e Thiago Cafardo da Redação
Os próximos navios de guerra que reforçarão a fragilizada esquadra brasileira estão sendo construídos no Ceará. São dois navios-patrulha do modelo NPa 500T, cada um com um canhão de 40 milímetros na proa e duas metralhadoras de 20 milímetros na retaguarda do convés. Poderão navegar a 21 nós de velocidade (quase 40 km/h), considerados extremamente ágeis para uma embarcação militar de porte médio. Transportarão até 500 toneladas, com 50 tripulantes a bordo. É o tipo ideal de navio para compor a frota de um país sem confl ito bélico, com uma grande costa freqüentada por até 500 navios comerciais/ dia, violada por trafi cantes e criminosos e que ganhou notoriedade mundial pela recém-descoberta de grandes jazidas de petróleo e gás natural. Mas a Amazônia Azul, como é chamada a área das águas jurisdicionais brasileiras, está vulnerável, conforme a própria Marinha. São 4,4 milhões de km², igual à metade do território nacional. Ontem, O POVO revelou que 11 dos 25 navios militares do Brasil estão parados e que a armada precisaria de pelo menos R$ 2,8 bilhões em 2009 para se manter e operar bélica e administrativamente. Além da maioria dos helicópteros, aviões e submarinos estarem funcionando com "restrições". As informações são do relatório Situação da Marinha - Necessidades Orçamentárias, apresentado em junho deste ano pelo comandante-geral Júlio Soares de Moura Neto a líderes do Congresso Nacional. A previsão de entrega do primeiro dos dois navios-patrulha é só para outubro do ano que vem. O seguinte deverá chegar à Marinha em março de 2010. Ambos estão na fase de montagem no estaleiro da Indústria Naval do Ceará S/A (Inace). Foram iniciados há um ano. "O mais adiantado já está com 35% dessa montagem, na fase de acabamento", confi rma o gerente de produção da empresa, o engenheiro mecânico Aurélio Girão. Vai para testes no mar em julho de 2009. O prazo é considerado excelente. O projeto é da empresa francesa Constructions Mécaniques de Normadie (CMN), mas a Inace usa o braço e o know-how cearenses. Em 1999, concluiu a encomenda de outros dois navios-patrulha de 200 toneladas, o Guanabara e o Guarujá, para a Marinha do Brasil, que atuam no Pará. O estaleiro cearense também termina um terceiro patrulhador militar, também do modelo NPa 200T, porém exportado para a Marinha da Namíbia. Será entregue em dezembro e já está no mar desde 30 de julho último, ancorado para testes. Em dois dos galpões do estaleiro cearense, há cerca de 200 funcionários destacados somente para o serviço dos dois navios-patrulha brasileiros. A fase considerada mais difícil, de soldagem de chapas de aço e delineamento do casco, foi concluída.

26.8.08

40 anos da Indústria Naval do Ceará (27/08/2008)

Parabéns aos Diretores e à Equipe pela trilha luminosa que a Inace vem descrevendo no mercado brasileiro e internacional. Tudo o que até agora foi construído deve-se a um esforço conjunto aliado a alta capacidade individual de cada um e a vontade de progredir ainda mais. Nossos votos de felicidade por este aniversário que comemoramos com grande sucesso.

11.7.08

Momento sensível


Eng. Danilo Macêdo em um momento sensível capturou este lindo pôr do sol aqui no estaleiro. Isto é o que se dá trabalhar ao lado do mar aqui em Fortaleza. Fazer o quê, né?

10.7.08

9.7.08

Foto de 1900 e lá vai bolinha


Supõe-se que esta foto foi tirada antes de 1970. Faz tempo, hein?

Inace na Maratona Pão de Açucar.

A Inace participou da 7º Maratona de revezamento Pão de Açucar que foi realizado no dia 06/07/2008. A equipe da inace foi composta por 03 equipes:
1º Equipe de 8 atletas: Valder, Ivanir, Micherlene, Luizijane, Flávia, Camila, Francileuda e Diandra.
2º Equipe de 8 atletas: Waldo, José Ernani, Robison, Marcos, Gilberto, Fábio, Otaviano e Carlos
3º Equipe de 02 atletas: José Ernai e Cristiano da Silva
As três equipes fizeram bonito completando a prova e demostrando determinação e amor ao esporte. Parabens a todos que paraticiparam da prova.














































27.6.08

INDÚSTRIA NAVAL CEARENSE-Faturamento de US$ 1 bilhão

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=549873
Hoje, o setor emprega 1.300 pessoas no Ceará, onde fabrica navios militares, off shore e de lazer, como iatesA indústria naval, que já colocou o Brasil na segunda posição do ranking mundial, mas depois sofreu forte retração por aqui, deverá, agora, render boas divisas ao Ceará. Em um período de quatro a cinco anos, a carteira de negócios cearense deverá alcançar a marca de US$ 1 bilhão, um dos maiores faturamentos do País no setor. Para garantir o esperado incremento da produtividade, deverão ser gerados, no Estado, cerca de quatro mil empregos. Atualmente, o setor emprega 1.300 pessoas no Ceará, onde fabrica navios militares, de off shore e de lazer, como iates.Quem garante tão promissores resultados é o diretor presidente da Indústria Naval do Ceará (Inace), Gil Bezerra, que já contabiliza 45 anos no ramo. ´Graças a este ´boom´ que o Brasil passa agora, nós estamos pegando a rebarba de todos esses acontecimentos´, justifica o industrial, destacando as ações que vêm levando ao soerguimento nacional do setor.Segundo ele, apesar de não possuir um estaleiro do porte do que está sendo construído em Pernambuco — o Atlântico Sul, que será o maior da América Latina —, o Ceará terá resultados bem expressivos.´Nós estamos passando de uma produção de 15% de nossa capacidade para 70%. No Brasil, todo mundo está trabalhando a 100% e nós, até o fim do ano, também deveremos estar operando na capacidade total´, diz. ´Para isso que nós estamos criando novos canteiros de obras, para que possamos, nos próximos três, quatro anos, estarmos com o segmento não em grandes navios, faturando o que o Atlântico Sul faturará´.O diretor presidente do Inace esclarece que isso é possível pelo fato de o novo estaleiro em construção na área do porto pernambucano de Suape estar se dedicando a navios graneleiros, de maior porte. Aqui, as embarcações são menores, mas o seu custo, por outros fatores, não fica atrás. ´Pra você ter idéia, um navio supridor [produzido aqui], custa quase o mesmo preço de um Panamax [de maior porte, usado comumente para transportar cereais]. É um navio altamente técnico, mas muito menor em peso. Contudo, paga-se pela tecnologia´, afirma.E ele complementa: ´Um iate [também fabricado pela Inace], que constrói aqui com 50% do preço do primeiro mundo, é caro. Todo navio de apoio é caro. E com isso, tem um esforço menor de fabricação, um esforço menor de canteiro de obra e, assim, chegamos a ter uma produtividade e um resultado semelhante ao Atlântico Sul´.Fornecimento de peçasAs possibilidades de o Ceará lucrar com o momento de recuperação naval vivido pelo Brasil ainda são mais diversificadas, segundo aponta o assistente diretor de Transporte Marítimo da Transpetro, Rubens Langer. Segundo ele, a construção de navios no Atlântico Sul vai exigir o fornecimento de diversas peças e equipamentos, que podem ser fornecidos pelo Ceará. ´O estaleiro vai gerar cinco mil empregos. Mas a proporção é de que, a cada emprego diretor gerado, outros cinco sejam criados indiretamente, com as indústrias que fornecerão os componentes, isto é, novos 25 mil postos. Empresas também poderão vir para cá e fornecer ao Atlântico Sul. A vinda delas poderá ser dar por uma questão de competitividade´, comenta. ´Um estaleiro é uma cidade, com uma indústria muito diversa, envolvendo 40 atividades. E é preciso um fornecimento de equipamentos de energia elétrica, de transmissão, esgoto, móveis, paredes, lâmpadas´, completa.
SÉRGIO DE SOUSA
Repórter

SEGUNDO INACE NÃO HÁ ESPAÇO PARA ESTALEIRO

Diário do Nordeste de 27/06/2008

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=549902

Gil Bezerra: única possibilidade é finalizar atividades do Mucuripe e utilizar o local para estaleiro (Foto: Denise Mustafa)
Os planos do Governo do Estado, já revelados pelo governador Cid Gomes, de trazer para o Ceará um estaleiro de grande porte — segundo informado com exclusividade pelo Diário do Nordeste na edição do dia 25/4/2008 — podem estar equivocados. De acordo com o diretor presidente da Indústria Naval (Inace), Gil Bezerra, as terras cearenses não comportam tal estrutura.´O Ceará não tem espaço geográfico para ter um grande estaleiro. Isso, porque nós não temos abrigo. Para fazer um abrigo, tem que fazer um quebra-mar partindo da praia. No Porto do Pecém, ele não sai da costa, o quebra-mar é feito lá mesmo, no mar. Então, eu não sei que tipo de estaleiro ele quer colocar aqui´, explica.Na verdade, ele afirma que existe, sim, uma possibilidade, única: finalizar as atividades do Porto do Mucuripe e utilizar o local para fazer um grande aterro e lá abrigar o estaleiro. ´Mas eu acredito que ele não vai fazer isso. Há 30 anos, nós [a Inace] quisemos ir pro Porto de Mucuripe, e não pudemos´.Segundo Bezerra, a questão geográfica é decisiva, mesmo que Fortaleza possua as condições que, informa, garantem a construção de um estaleiro: ´A indústria naval só é possível em uma capital com bastante infra-estrutura, que é o que nós temos hoje. Nós temos um bom começo, temos bastantes universidades, bastante escola técnica, que elas têm que ser aperfeiçoadas para atender ao pólo metalmecânico do Estado´. Entretanto, este potencial pode ser utilizado para fortalecer o estaleiro de menor porte que já existe instalado aqui.Bezerra afirma que Porto de Suape (Pernambuco) já foi concebido para ser ´o grande ponto do Nordeste brasileiro´, e é onde está sendo construído o estaleiro Atlântico Sul. ´Da sombra do grande quebra-mar que o Suape tem, sobrou espaço pra abrigar o Atlântico Sul. Então, é um estaleiro que tem um abrigo subsidiado. E tem terra suficiente para desenvolver, apesar de ter uma capital um pouquinho menor do que a nossa, mas eles têm toda a condição de ser o maior pólo de construção naval individual do Brasil. Eles têm porto adjacente, poderá, no futuro, ter siderúrgicas adjacentes e, ao mesmo tempo, o esforço muito menor para desenvovler a sua fabricação. Então, com isso, foi um local muito privilegiado que eles pegaram´. NOS PRÓXIMOS DIASTranspetro lança 2ª fase do PromefDepois de anunciar a construção de novos 26 navios, por meio de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Transpetro deve lançar, nos próximos dias, a segunda fase do Programa de Modernização e Expansão da Frota (Promef). A nova licitação deve contratar 23 navios, em sete lotes. Segundo o assistente diretor de Transporte Marítimo da Transpetro, Rubens Langer, a localização onde serão construídos as novas embarcações só serão definidas com os vencedores. ´A decisão envolve fatores técnicos e o preço´, informa, explicando que os tipos de navios a serem fabricados ainda estão em definição.O Brasil hoje possui 54 navios, apenas 17% das necessidades de carga da Petrobras. No mundo, 80% das transações comerciais são feitas pelo mar e, no Brasil, esse percentual é de 95%. ´Mas 4% do transporte marítimo aqui é feito com embarcações de bandeira brasileira. Isso é uma grande oportunidade de crescimento´.Segundo ele, o aumento da busca pelo etanol brasileiro é um dos motivos que puxam a recuperação do setor, juntamente com a elevação da demanda por gás natural e o esperado ´boom´ na produção petrolífera do Brasil, com as novas descobertas. As necessidades de melhorias na segurança das plataformas são outra razão. ´A Petrobras opera de 130 a 140 navios por dia e o Brasil gasta US$ 10 bilhões/ano em transporte de navio. O objetivo agora é atingir um mínimo de 65% de nacionalização da frota, com preços e qualidade competitivos´.O faturamento mundial da indústria naval é de US$ 191 bilhões/ano. Somente Coréia, Japão e China dominam 88% do mercado.

28.5.08

Jogos Nacionais do SESI - Manaus - AM

Foi realizado dia 21/05 a 25/05 os Jogos Nacionais do trabalhador na cidade de Manaus na Amazônia, onde contou com a participação de quase 800 atletas de todo o Brasil. A abertura foi um espetáculo que envolvia tradição indiana e diferentes culturas, o apresentador da abertura foi o jornalista esportivo Tadeu Schmit, onde motivou mais de 2.000 pessoas entre atletas e público no estádio do Sesi em Manaus.
O Ceará foi representado por muitas indústrias, entre elas a Inace, Petrobrás, Biscoitos Coelhos, Vicunha, Agripec e etc... em diversas modalidades. A equipe de vôlei de praia feminina da Inace ficou entre os quatro melhores do Brasil. A natação fez bonito, a funcionária atleta Geisiele conseguiu vaga para os Jogos Mundiais do Trabalhador na Itália em junho/2008.
Boa sorte a todos que conseguiram vaga para o mundial!!!!!!!
Confira logo abaixo fotos dos Jogos.

Delegação da Inace



Volei de Praia da Inace




Abertura dos jogos



Equipe de natação junto com o Laércio e Flávia

Jogos Arena de Volei de Praia (Flávia de Barros vai para o saque)
Micherlene, Gerlane e ....vixe cadê a Jane dá pra ver só os bracinhos dela.



Equipe da Inace e Biscoitos Coelho

Equipe de Roraima com a Inace


Equipe do Santa Catarina



Olha as irmãzinhas da Gê...rsrsrsrsrsrs




Vixe!!!!! Da Mi também...rsrsrsrsrrs



Gerlane só quer ser índia


Parece até Amazonense....mas não é..ehehehhehe

Leandro, Micherlene e Geovane



Equipe campeã masculina (Mato Grosso do Sul)







Galera da natação e algumas enxiridas do vôlei.

Olha quem resolveu aparecer...... Manu.




Essa aí é índia mesmo ....Jane
Cadê a Inace, cadê....tá aquiiiiiiiiii........


Familiares da Jane estavam sempre presentes em todos os momentos em Manaus.



Flávia, Laércio e Jane

Treino, treino e mais treino....


Relaxando no hotel Tropical

Joaquim Cruz veio prestigiar os atletas do evento.











Equipe de vôlei de quadra da Vicunha - Ceará